Cavalhada de Santo Amaro: da cultura equestre à sinodalldade e memória Coletiva
Um espetáculo que representa o desenvolvimento e preservação da arte equestre a cavalhada representa um momento de sinodalidade e da memória coletiva que traduz no cuidado e no cuidado com os laços familiares. Gerações se encontram-no espetáculo que representa o dialogo da fé com a cultura.
Ricardo Gomes – Diocese de Campos
No dia 15 de janeiro a Cavalhada de Santo Amaro representa um espaço para o cultivo da sinodalidade e de preservação dos laços familiares com e memória coletiva. Famílias que ajudam na preservação de um patrimônio que se mantêm vivo através dos séculos. Lucas Costa é um exemplo de uma geração nova que assume o compromisso de manter um legado familiar, e diante de desafios não desiste de ´participar do espetáculo.
Da arte a memória coletiva
A cultura equestre é uma das marcas da região ea cavalhada desenvolve essas habilidades desde as crianças. E representa a memória coletiva com a sinodalidade e os laços familiares no processo de desenvolvimento da cavalhada.
– Participo da Cavalhada desde a juventude e tive de parar e deixo meu filho no meu lugar. Relata emocionado Miguel de Carvalho. A cavalhada é um espaço das famílias se encontrarem para preservação do espetáculo
Neste ano uma queda do cavalo, não o faz desistir de um sonho concretizado em participar da apresentação. A família Costa é uma das responsáveis pelo patrimônio preservado.