Caminhos de fé e construção de testemunhos e fortalecimento dos vínculos familiares e da esperança.

A Igreja de Santo Amaro, Campos dos Goytacazes (RJ) é um dos caminhos de fé e da construção de testemunhos da construção de um projeto de vida e de esperança para fieis devotos e moradores.

Ricardo Gomes – Diocese de Campos

Aproximando a festa de Santo Amaro, no dia 15 de janeiro, a Igreja que fica na Diocese de Campos, é sinal de esperança para as centenas de peregrinos que passarão pela igreja jubilar com pedidos de graças pela intercessão do santo cuja devoção chega a quatro séculos e um dos legados dos monges beneditinos responsáveis por toda construção dos caminhos do Evangelho nas terras campistas.

Em 1648 chegava a Campos dos Goytacazes, Frei Fernando iniciado a Evangelização e catequese dos moradores da região onde foram construídas 26 igrejas. Em Santo Amaro a igreja iniciou sua construção em 1733, iniciando a festa do padroeiro da Baixada Campista.

Com aumento de devotos a igreja foi ampliada no período de 1854 a 1857, e com a festa ganhando projeção recebe devotos de todo o Brasil, com uma média de mais de 100 mil devotos no período festivo.

Além das expressões de fé, a festa agrega valores da cultura em diálogo com a fé.  A cavalhada representando um dos valores da memória coletiva está preservada em sua originalidade promovendo a fraternidade e reforçando vínculos familiares.

Histórias de fraternidade une gerações

A Cavalhada representa um espetáculo que se renova a cada ano com a presença de crianças e adolescentes,

Lucas que assumem o compromisso de preservar um importante momento que une histórias familiares. Joel Rita da Costa e Miguel Henrique se unem pela herança familiar na cavalhada.

A cada ano um novo componente inicia sua participação na cavalhada.. No ano passado o adolescente, Lucas Costa se fazia presente e mesmo sofrendo uma queda durante o espetáculo não desanima e já se compromete em participar no ano que ve vem.

Lucas vem de uma família com fortes tradições no espetáculo. O tio Joel Rita da Costa herdou dopai Francisco Manoel da Costa a tradição que promete ajudar a preservar.

A cada ano são muitos os desafios para manter a tradição, e com a presença das crianças e adolescentes a memória coletiva é preservada. E o espetáculo prepara para a amizade social e fraternidade.

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