Paróquia Santuário de Santo Amaro promove ação comunitária em estradas da Baixada Campista
“Não é criticar o poder público, eu penso que cada um faz sua parte. E quando cada cidadão faz sua parte, a gente não tem tempo para reclamar, mas tem tempo para fazer algo concreto”, declarou o Pe. Renan.
Neste sábado (18/07), por iniciativa do pároco Pe. Renan Valentim, a comunidade paroquial da Paróquia Santuário Diocesano de Santo Amaro, na Baixada Campista, uniu forças em um mutirão de limpeza das estradas que dão acesso às localidades pertencentes ao território paroquial. Um dos trechos que recebeu a intervenção foi a Estrada de Pitangueiras, que apresentava a lateral tomada por mato, dificultando a locomoção. “Penso que se tem uma coisa que os padres têm conhecimento de causa são as estradas, porque nós precisamos das estradas para atender bem os fiéis, e os fiéis precisam das estradas para trabalhar e para ir às missas, às celebrações. Então, reuni um grupo de paroquianos com maquinário próprio e a gente limpou. O que pôde ser tirado de vegetação exótica invasiva, a gente fez. Então, foi um dia de trabalho no sábado e neste domingo está sendo mais outro dia”, declarou o Pe. Renan.
Durante a ação coletiva, foram realizados serviços de poda de árvores e vegetações invasivas, retirada de entulhos e limpeza das vias, proporcionando mais segurança e melhores condições de acesso para moradores, fiéis e visitantes. Por meio das redes sociais o Santuário manifestou profunda gratidão a todos os voluntários que dedicaram tempo e trabalho ao bem comum. “Foram pontos críticos em que, nas curvas, o mato tomou conta e a via só ficou com uma mão. Então, é perigoso, tem muito buraco, então a ideia foi prestar um trabalho civil. Acho que a igreja também tem essa visão que ela é um agente civil. Foi um testemunho de civilidade, porque não é criticar o poder público, eu penso que cada um faz sua parte, e o poder público, a máquina do Estado já é muito inchada. E quando cada civil, cada cidadão faz sua parte, a gente não tem tempo para reclamar, mas tem tempo para fazer algo concreto”, finalizou o sacerdote.

